ORTOPEDIA DA COLUNA

TERAPIAS DA COLUNA

Existem inúmeras maneiras de tratar as várias patologias que acometem a coluna vertebral. Desde um simples posicionamento corporal mais anatômico da maneira de sentar, que pode prevenir posturas viciosas que geram sobrecarga do disco vertebral, até as grandes cirurgias.

Nossa proposta é sempre que possível apresentar a forma menos agressiva de intervenção, utilizando modernas técnicas minimamente invasivas destacando a Endoscopia Vertebral , que humaniza o tratamento e obtêm uma recuperação menos dolorida e traumática.

Sob a responsabilidade do Dr. Edson Freitas CRM 146.971, os tratamentos de coluna, aliados aos procedimentos minimamente invasivos, traz uma solução rejuvenescedora ao disco vertebral degenerado.

CAUSAS FREQUENTES:

cilinica itca 2As causas mais frequentes que danificam a coluna vertebral são as patologias degenerativas. Também existem os traumatismos, os tumores, as doenças genéticas e a vida moderna que tem acelerado dramaticamente o desgaste do nosso corpo.

COMO É A SUA COLUNA :

DISCO VERTEBRAL:
Tem por objetivo principal “amortecer” as cargas impostas ao estojo vertebral e propiciar movimentos entre as vértebras. Essa estrutura formada anatomicamente por um núcleo central composto por mais de 90% de água e cercado por um anel fibroso, se localiza na parte da frente das vértebras, interpondo-se entre os corpos vertebrais.

Na parte de trás da coluna, estão as articulações facetárias e os ligamentos intervertebrais. Essas estruturas também suportam parte da carga vertebral mas principalmente propiciam a maior parte da mobilidade das vértebras.

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Na porção central existe o canal vertebral onde se encontra a medula espinhal. Esta é a conexão do cérebro com o resto do corpo.

Entre as vértebras partem as raízes nervosas que são como prolongamentos da medula e que dão origem aos nervos periféricos.

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PRINCIPAIS PATOLOGIAS DA COLUNA VERTEBRAL:

O disco vertebral não é o único “vilão” da coluna. Outras estruturas também podem se desgastar e gerar sintomas que por vezes simulam a degeneração discal.

DEGENERAÇÃO DISCAL:
Com o tempo, algumas estruturas do nosso corpo vão sofrendo modificações em função das sobrecargas posturais, movimentos repetitivos, causas genéticas e sobrepeso, entre outros.

cliinica itca 5Por uma ou algumas dessas razões, o anel que circunda e contém o núcleo discal se rompe e o conteúdo dele migra para fora do espaço intervertebral. Nos casos em que esse material discal se move em direção ao canal vertebral ou para as raízes nervosas, pode ocorrer a compressão nervosa gerando dor lombar, às vezes com irradiação para os membros inferiores.
Essa é a clássica hérnia de disco lombar. 
Todos os nossos esforços são para tentar identificar os eventuais portadores dessa degeneração discal antes de haver a fuga do núcleo discal.

DEGENERAÇÃO FACETARIA (ARTROSE):

As patologias da parte posterior da coluna, ou seja, as degenerações interfacetárias também se desgastam levando a um quadro de artrose local que gera dor nas costas exacerbada, principalmente quando se fica muito tempo em pé ou muito tempo sentado.

COLAPSO VERTEBRAL (FRATURA):

É muito frequente em portadores de osteoporose, porém acomete também pacientes que apresentam doenças que diminuem a resistência do tecido ósseo vertebral, assim como neoplasias e outras doenças osteometabólicas.

TRATAMENTO E PREVENÇÃO: O principal tratamento ainda é a prevenção.

Devemos nos posicionar em nosso dia a dia de maneira anatômica e ergonômica, além de nos exercitarmos de modo a mantermos um bom equilíbrio muscular sem sobrecargas articulares.

A fisioterapia e a massagem podem ser indicados na prevenção, como tratamento clinico ou como complemento aos diversos tratamentos cirúrgicos.

Em situações onde existem alterações morfológicas e metabólicas discretas ou moderadas, pode-se indicar métodos que modificam a estrutura do anel discal. Tais métodos utilizam punção percutânea com monitorização radioscópica e/ou endoscópica realizada com anestesia local e sedação.

Em alguns casos, a injeção de células tronco e/ou fatores de crescimento plaquetário, ainda em evolução investigativa, podem ser indicados como terapia regeneradora celular .

Nos casos de hérnia sem fatores agravantes, temos indicado com grande sucesso a Discectomia Endoscópica, um procedimento que utiliza anestesia local e sedação, com alta hospitalar na maioria dos casos em menos de 24 horas.

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GRANDES DESGASTES

Nas situações de grande desgaste vertebral com ou sem instabilidade, é preciso na maioria das vezes estabilizar o segmento, descomprimir a medula e recuperar a altura do espaço discal. Nesses casos, utilizam-se MétodosDinâmicos que propiciam a manutenção de alguns movimentos ou aArtrodese/Fusão Intervertebral, sempre que possível por métodos minimamente invasivos.Nas patologias da parte posterior da coluna, ou seja, das articulações facetárias, técnicas percutâneas assim como a denervação facetária por radiofrequência tem aliviado os sintomas por longos períodos, principalmente quando o paciente adere a atividades físicas benignas à coluna.

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Nos casos mais graves onde os pacientes já tentaram vários tipos de tratamentos conservadores e cirúrgicos, em que a dor é motivada por lesão do tecido nervoso (dor neuropática), pode-se indicar a neuroestimulação com instalação de eletrodos no espaço peridural, que se conectam a um gerador semelhante a um marcapasso. A neuroestimulação tem por objetivo emitir ondas eletromagnéticas que interferem na transmissão dos impulsos dolorosos para o cérebro, diminuindo dessa maneira a sensação de dor crônica.

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Os tratamentos de Colapso Vertebral variam de acordo com o quadro do paciente. Quando o mesmo apresenta fratura sem haver uma perda da altura de até 30% do corpo vertebral, pode-se indicar a vertebroplastia . Esta técnica implica na punção do corpo vertebral utilizando anestesia local e sedação, com preenchimento da vértebra fraturada utilizando cimento ósseo, aumentando assim a resistência da mesma e o alívio imediato dos sintomas dolorosos.

clinica itca outra 12Nos casos mais severos, onde o colapso (fratura) compromete mais de 30% da altura do corpo vertebral, pode-se indicar a Cifoplastia. Esta técnica pode ser feita por anestesia local ou geral e é realizada através de uma punção percutânea com catéter e insuflação de um balão dentro do corpo vertebral. Esta técnica permite que se refaça a parte da perda da altura vertebral, com posterior preenchimento com cimento ósseo.

A grande vantagem desses métodos de preenchimento ósseo é o alívio quase imediato da dor, o que propicia aos pacientes um rápido retorno às atividades cotidianas.

Todos os métodos cirúrgicos, tanto os de pequeno porte quanto os de grande porte, têm contra indicações e são passíves de complicações.

Aconselha-se sempre um agendamento de consulta com especialista onde os prós e contras sejam apresentados e avaliados para que haja a melhor escolha da alternativa mais adequada para cada necessidade individual.