TORNOZELO E PÉ

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FASCÍTE PLANTAR

SINTOMAS

A dor característica da fascíte plantar é geralmente sentida na parte de trás do calcanhar e é mais intensa durante os primeiros passos do dia. Indivíduos com fascíte plantar frequentemente apresentam dificuldade para realizar o movimento de elevar o pé em direção à canela. Esta dificuldade geralmente se deve ao retesamento do músculo da panturrilha ou do tendão de Aquiles, que é conectado à fáscia plantar. A maior parte dos casos de fascite plantar melhora com o tempo e responde bem aos métodos de tratamento conservador.

COMO TRATAR?

 Muitas terapias foram propostas para a fascite plantar. Inicialmente a fisioterapia com foco em alongamento da cadeia posterior deve ser tentada. A injeção de corticosteroides é utilizada em algumas ocasiões especialmente para casos de fascite plantar refratária a medidas conservadoras.

EXISTE CIRURGIA PARA ISSO?

Frequentemente, a fasciotomia (liberação) plantar é considerada após a falha do tratamento conservador em resolver o problema. Deve ser vista como o último recurso e  após tentativa de resolução do quadro clínico.

O PRP É UMA BOA ALTERNATIVA PARA ESTE PROBLEMA?

Recentemente, as infiltrações de Plasma Rico em Plaquetas têm sido utilizadas de maneira efetiva para tratar a dor na fascite plantar. Estudos comparativos que analisaram as injeções de PRP, placebo e injeções de corticoesteróides mostraram resultados positivos para o Plasma Rico em Plaquetas.

CURIOSIDADES

A dor da fascite plantar é tipicamente cortante e unilateral (70% dos casos) e geralmente piora ao se carregar peso após longos períodos de repouso. A fascite plantar é a lesão mais comum da fáscia plantar e é a principal causa de dor no calcanhar. Aproximadamente 10% das pessoas desenvolvem fascite plantar em algum momento da vida. Geralmente, está associada a longos períodos na posição de pé e é muito mais prevalente em indivíduos com pé chato. Entre a população não-atleta, a fascite plantar está associada a obesidade e falta de atividade física

LESÃO DA CARTILAGEM (ARTROSE)

SINTOMAS

A menos que a lesão seja extensa, pode-se levar meses, um ano, ou até mais para que os sintomas se desenvolvam. Os sinais e sintomas de uma lesão da cartilagem do tornozelo podem  incluir:

Dor crônica no tornozelo, que piora com carga ou peso sobre a articulação.

Um estalido ou “clique” ocasional ou sensação de bloqueio/defeito no tornozelo ao caminhar.

Episódios de inchaço do tornozelo ocorrem quando carrega-se peso ou pratica-se atividade física intensa. A dor diminui quando em repousO.

TRATAMENTO: Abordagens não-cirúrgicas:

O tratamento depende da severidade da lesão na cartilagem do tornozelo. Se a lesão é estável (sem pedaços soltos de cartilagem ou osso), uma ou mais das seguintes opções de tratamento não-cirúrgico pode ser considerada:

Imobilização. Dependendo do tipo de lesão, a perna pode ser imobilizada com bota ou gesso. Durante este período de imobilização, a não descarga de peso e exercícios de amplitude de movimento pode ser recomendada.

Medicamentos orais: anti-inflamatórios podem ser úteis na redução da dor e inflamaçã

F Amplitude de movimento e exercícios de fortalecimento são benéficos.

Órtese de tornozelo: ajuda a proteger o paciente de uma nova lesão, se o tornozelo é instável e especialmente durante atividades físicas

Infiltração de PRP com anestesia local.

QUANDO A CIRURGIA É NECESSÁRIA?

Se o tratamento não-cirúrgico falha em aliviar os sintomas das lesões osteoncondrais do tornozelo, a cirurgia pode ser necessária. A cirurgia pode envolver a remoção de fragmentos de osso e de cartilagem soltos no interior da junta, assim como a estimulação do leito da lesão através de uma técnica chamada microfratura. Uma variedade de técnicas cirúrgicas está disponível e cirurgião irá selecionar o melhor procedimento com base no caso específico.

PODE SER FEITA A INJEÇÃO DE PLASMARICO EM PLAQUETAS (PRP) PARA LESÕES DA CARTILAGEM DO TORNOZELO

Sim. Estudos recentes e comparativos mostram resultados favoráveis para o PRP em comparação a outros métodos após a artroscopia. O PRP é realizado em ambito ambulatorial após a realização do procedimento artroscópico. O PRP acelera a cicatrização da lesão osteocondral.

CURIOSIDADES

A articulação do tornozelo é composta da parte inferior da tíbia (canela) e a parte superior do talo (tornozelo). A parte superior do talo é em forma de cúpula e é completamente coberta com tecido cartilaginoso duro, semelhante a uma borracha que permite uma movimento amplo e suave do tornozelo. A lesão dessa estrutura normalmente ocorre em conjuntos com o osso subjacente do tálus dentro da articulação do tornozelo. É também chamada de defeito/lesao osteocondral. “Osteo” significa osso e “condral” refere-se a cartilagem.Essa lesões normalmente acontecem numa entorse do Se a cartilagem não curar corretamente após a lesão, ele amolece e começa a quebrar. Às vezes, um pedaço quebrado da cartilagem danificada e de osso (fragmento osteocondral) passa a flutuar dentro do tornozelo.

Normalmente o exame físico mostra dor e limitação para movimentação e palpação do tornozelo.

Exames de imagem como RX e Ressonância podem mostrar a lesão porém em alguns casos, pode ser necessária a artroscopia diagnóstica. Nesse método, realizado em centro cirúrgico, é colocada uma camera dentro da articulação, para se ver há lesão e tratá-la.

TENDINITE DO TENDÃO DE AQUILES
ENTORSE DE TORNOZELO