O  PRP é um produto terapêutico autólogo, ou seja, a produção é feita com o sangue do próprio paciente.

“Retira-se uma quantidade do sangue do paciente por Aférese (técnica essa que permite a concentração adequada de plaquetas bem como devolver ao paciente todos os outros elementos do sangue). Após esse procedimento, o PRP é injetado no local da lesão. Quando processado adequadamente, o PRP obtido apresenta uma concentração de plaquetas da ordem de quatro a seis vezes a concentração habitual do plasma, por isso, exige-se o uso de tecnologia de bancos de sangue. Outro benefício é que o paciente não corre riscos de rejeições ou reações alérgicas, pois trata-se de um produto autólogo”,

Nos últimos anos, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) permitiu que os Bancos de Sangue produzissem o PRP com finalidade regenerativa, apesar da prática ainda estar sob avaliação científica no país.

“Esse procedimento é reconhecido, aceito e controlado na Europa e nos Estados Unidos. Como exemplo podemos citar o jogador Cristiano Ronaldo, do Real Madrid, que após uma distensão na coxa direita utilizou a técnica para se recuperar a tempo de jogar a semifinal da Liga dos Campeões.

OUTRAS ESPECIALIDADES


O  método é também uma alternativa de tratamento para qualquer paciente das áreas da cirurgia vascular, plástica, dermatológica e odontológica.

“A odontologia foi uma das primeiras áreas a fazer uso dessa técnica, que consistia na aplicação do PRP em cirurgias bucomaxilo-facial e reconstruções para implantes, com a intenção de acelerar a cicatrização”.

 

FONTE: Futebol Interior – (Texto Adaptado)