O material é encontrado na polpa do dente de leite  que é uma pequena massa de tecido vivo composta de vasos sanguíneos nervos e as células-tronco. Estas encontradas nos dentes das crianças têm a capacidade de se transformar em uma ampla variedade de tipos de células.
Depois de ser extraído, o dente de leite deve ser colocado em tubos, fornecidos por uma empresa especializada no assunto, e mantidos a uma temperatura constante de -196º, podendo permanecer assim por tempo indeterminado.
Vale destacar que a obtenção da polpa do dente de leite é um processo não-invasivo, que pode ser feita naturalmente durante o período de troca dos dentes da criança, que acontece entre os 5 e 12 anos.
Apesar de ser um procedimento simples e realizado no próprio consultório odontológico, essa coleta deve ser realizada por um dentista devidamente habilitado para tal função, pois a contaminação da polpa pode levar a perda das células desejadas.

Com o desenvolvimento das inúmeras pesquisas sobre o assunto, a atual geração de crianças poderá ter à disposição o “autotransplante”, em vez dos transplantes de outros doadores, e com isto, em caso de necessidade, não precisarão entrar em uma fila de transplantes.
São ideais para futuros tratamentos de doenças autoimunes, como artrite reumatoide, lúpus, esclerose múltipla, miastenia, distrofia muscular e esclerose lateral amiotrófica.
Doenças relacionadas à degeneração de tecidos também poderão ser beneficiadas, como diabetes tipo l, insuficiência cardíaca, infarto agudo, derrame, trauma raquimedular, doenças hepáticas e reconstrução de córnea de tecidos destruídos por radioterapia ou quimioterapia.

 

FONTE: IG(texto adaptado)